“É complicado. Estar livre e se sentir sufocado pela liberdade excessiva, olhar aqueles casais e ter aquela pontinha de inveja, querer colar em alguém e não soltar, chamar de “mô” e viadagens do tipo, sentir vontade de ter alguém que espera por você, que pensa em você, alguém pra ser… Seu. E estar comprometido e querer espaço, ter um ou vários casos de uma noite, alguém que venha fácil e vá fácil, fazer sacanagem no banheiro de algum lugar lotado, um corpo quente quanto a noite fica fria, o sentimento de conquista, palavras meio cafajestes sussurradas ao pé do ouvido… Acho que não tem jeito da gente ficar satisfeito, tem?”